COEUR BRISÉ...

Quem se descreve, se limita.

Um dia, perguntei para o psiquiatra: sou bipolar? Ele me disse: de bipolar você não tem nada. Você é sincera e tem sentimentos intensos. E me explicou a origem da palavra sincera, que vem do latim e significa “sem cera”. Antigamente, carpinteiros e escultores usavam cera para disfarçar os defeitinhos de esculturas e móveis de madeira. Então, eles lixavam, passavam verniz e tudo ficava aparentemente perfeito e em ordem. O aspecto das peças era magnífico. Com o passar do tempo, do frio, calor e uso, a cera ia se desmanchando e os defeitos iam ganhando vida. Sinceridade é “sem cera”, ou seja, sem máscaras, sem retoques, sem querer ser o que não é. Achei bonita a explicação dele. E triste. Dói ser “sem cera”.

Clarissa Corrêa  (via subsistir)

(Source: alcooltecimentos, via just--live)

Não sei falar baixo, não sei rir discretamente, não consigo controlar minha raiva, e sempre grito quando tento resolver algum problema.

(Source: heroi-do-avesso, via just--live)

Sinto mais do que demonstro. Sei mais do que aparento.

Renato Russo. (via paraiso-entorpecido)

(Source: enttreaspas, via paraiso-entorpecido)

iama-zombie:

Blairrrr <3333333 (Taken with instagram)

iama-zombie:

Blairrrr <3333333 (Taken with instagram)

Se você ainda não desistiu, é porque você sabe que vale a pena.

Coldplay  (via modefuckyou)

(Source: poesiasdeumgaroto, via just--live)

Quando eu falo algo muito profundo:

maravilhanaervilha:

(  ) Como eu sempre digo.

(  ) É uma lição de vida.

(x) Caramba. Filosofei agora. 

 

(Source: miguelucci, via just--live)

A culpa não foi sua por não ter dado certo, a culpa foi minha. Por achar que você ia dar conta do recado… Homenzinhos não sabem lidar com mulherões.

‘A vida é assim mesmo. Você usa alguém que não ama, para esquecer alguém que não te amou.” (Andre Dahmer) 

Eí&#8230; Deita aqui comigo, não vai embora agora não, deixa eu deitar a cabeça no teu peito só mais um pouquinho&#8230; Jura pra mim bem baixinho, que só eu sou do tamanho do teu colo, jura que você vai me beijar como se a gente não se visse a tempos todos os dias&#8230; Promete que vai me pedir pra ficar toda a vez que eu disser que tô indo embora? Agarra no meu braço assim bem forte como se eu fosse a ultima coisa que lhe restou no mundo,me olha como se você estivesse olhando teu futuro porque é tudo o que eu mais quero ser! Me chama de pequena, de grandona, de brigona, de bobinha, mas me chama de sua&#8230; pra sempre.

Eí… Deita aqui comigo, não vai embora agora não, deixa eu deitar a cabeça no teu peito só mais um pouquinho… Jura pra mim bem baixinho, que só eu sou do tamanho do teu colo, jura que você vai me beijar como se a gente não se visse a tempos todos os dias… Promete que vai me pedir pra ficar toda a vez que eu disser que tô indo embora? Agarra no meu braço assim bem forte como se eu fosse a ultima coisa que lhe restou no mundo,me olha como se você estivesse olhando teu futuro porque é tudo o que eu mais quero ser! Me chama de pequena, de grandona, de brigona, de bobinha, mas me chama de sua… pra sempre.

Porque você tinha que morrer? Porque você tinha que matar tudo que eu sentia? Me obrigar a morrer também. Me obrigar a fingir estar viva pra todo mundo. Me obrigar a não chorar, quando tive vontade de chorar. (…) Mas eu não consigo deixar de pensar em você, a cada dia, a cada ato meu. E quando eu procuro outras pessoas, eu procuro imaginando você me vendo. E tendo ódio de mim. Porque eu quero que sinta ódio. Porque ódio significa alguma coisa, e é melhor que indiferença. Você que já foi tudo, já foi minha esperança, foi meu futuro imaginado, hoje não é nada. Não passa de uma foto numa rede social. Se eu vivo bem sem você, porque eu continuo te olhando? Porque eu sempre volto aqui? Porque eu ouço musicas que falam de tristeza? Por quê? Você não vale isso. Mas eu faço. Eu continuo fazendo. Como uma cerimônia de luto, eu sigo a risca.

Porque você tinha que morrer? Porque você tinha que matar tudo que eu sentia? Me obrigar a morrer também. Me obrigar a fingir estar viva pra todo mundo. Me obrigar a não chorar, quando tive vontade de chorar. (…) Mas eu não consigo deixar de pensar em você, a cada dia, a cada ato meu. E quando eu procuro outras pessoas, eu procuro imaginando você me vendo. E tendo ódio de mim. Porque eu quero que sinta ódio. Porque ódio significa alguma coisa, e é melhor que indiferença. Você que já foi tudo, já foi minha esperança, foi meu futuro imaginado, hoje não é nada. Não passa de uma foto numa rede social. Se eu vivo bem sem você, porque eu continuo te olhando? Porque eu sempre volto aqui? Porque eu ouço musicas que falam de tristeza? Por quê? Você não vale isso. Mas eu faço. Eu continuo fazendo. Como uma cerimônia de luto, eu sigo a risca.